sexta-feira, 31 de julho de 2009

Semana atribulada

Êta semaninha do capeta
Amigos que estão ao lado e não tem atenção
Morena cheirosa, que não lhe dei a mão
Dor de cabeça, cansaço, sem treta

Não dá para viver assim
Trabalho mais do que tudo
Parece que não tem fim

Palavras idiotas no fim do expediente
Não há nada mais agora
Que mude o dia da gente

A vida é assim mesmo
Qual é a razão de sermos desse jeito?
Por que não mudamos?
E passamos a viver um pouco ao acaso

3 comentários:

Pombo entre os gatos disse...

Meu poeta preferido.

Pombo entre os gatos disse...

Ixi...

Unknown disse...

Gd verdade rapaz. Qdo então notamos, já navegamos na maré dos dias iguais e fordianos, massacrantes. Mas há de haver uma saída (sempre há). Então, pensemos nela como possibilidade real, como descanso na loucura, e não devaneio de momentos amargurados. bjos Fabi Silvestre