O estado de exceção não deu em nada. O tal do EPP se aquietou no Paraguai. É o que parece.
Enquanto isso, na outra fronteira, os bolivianos estão de cabelo em pé e com a faca nos dentes contra os tucanos da política brasileira. Dizer que um governo é conivente com o tráfico de cocaína, sem ter provas, é no mínimo irresponsável.
E quando o tucano-vampiro foi governador? Ele conseguiu diminuir o tamanho da cracolândia na paulicéia desvairada? Ele reforçou o policiamento em suas divisas com o Mato Grosso do Sul e o Paraná para evitar que a cocaína dos bolivianos invadisse o tão querido centro econômico do Brasil?
Falar é fácil. Agir, contudo, nem tanto.
A Colômbia, que é unha e carne com a turma do Tio Sam ele não critica. Os próprios yankees, que ao lado dos europeus, são os maiores consumidores das drogas provindas da América do Sul também não recebem nenhuma reclamação por parte desse cidadão.
Qual seria o rumo de nossa diplomacia nas mãos de um governante como esse? Tudo isso é assustador!
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Há 14 anos
