A uma hora dessas, seis meses atrás, eu estava a caminho de uma igreja. No banco de trás do veículo, coloquei as mãos nos ombros dos meus pais e não consegui segurar umas três lágrimas que escorreram sobre o meu rosto. Quando cheguei, tinha certeza de que esse seria o dia mais feliz da minha vida. Ao menos até agora.
Após uma espera de pouco mais de meia hora, lá estava ela. Muita gente parada na minha frente me impedia de vê-la imediatamente com seu vestido branco. Mas pelos olhares dos espectadores percebi que estava vestida como a princesa que é.
Chorão que sou, me orgulhei de conseguir segurar as lágrimas, por dois ou três minutos. Tudo passou muito rápido. A felicidade de tê-la no altar foi imensa.
A alegria que ela me traz é imensurável. Nesses últimos meses raramente tracei metas ambiciosas. Pouco me expressei. Quase nada escrevi. Quero aproveitar o dia de hoje para estipular um objetivo. Vamos continuar buscando juntos a felicidade suprema?
*PS: esse texto deveria ter sido publicado às 20h30 (horário de BSB) do dia 12. Mas o sistema do Blogger estava fora do ar, infelizmente.
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Há 14 anos
